sexta-feira, 15 de abril de 2011

::: TRIBUTOS - Juros do cheque especial têm maior taxa desde 2003, diz Procon-SP

No empréstimo pessoal, taxa é a maior desde junho de 2009. Levantamento pesquisou taxas médias de sete instituições financeiras

As taxas médias de empréstimo pessoal e cheque especial voltaram subir em abril, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira pelo Procon-SP. Os juros médios para cheque especial chegaram a 9,35% ao mês, ante 9,31% em março, registrando a maior taxa desde junho de 2003 (9,43%). No empréstimo pessoal, a taxa dos bancos pesquisados foi de 5,49% ao mês, superior a do mês de março (5,42%) e a maior desde junho de 2009, quando registrava 5,52%.

Tomando-se como base as taxas médias de dezembro de 2010, o levantamento detectou que a taxa média do empréstimo pessoal aumentou 0,22 ponto percentual e a do cheque especial teve um acréscimo de 0,23 ponto percentual.

O levantamento, feito por técnicos da Fundação Procon-SP no dia 05 de abril, envolveu as seguintes instituições financeiras: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander.

Das sete instituições pesquisadas, quatro elevaram suas taxas de empréstimo pessoal e três elevaram suas taxas de cheque especial, em relação ao mês passado.

Os coletados referem-se a taxas máximas pré-fixadas para clientes não preferenciais, independente do canal de contratação, sendo que para o cheque especial foi considerado o período de 30 dias.
Os analistas do Procon-SP alertam que as taxas de juros estão em ascensão e que, em função disso, os empréstimos só devem ser tomados em caso de necessidade para que "não se transformem em armadilha para quem já está com o orçamento apertado".

quinta-feira, 14 de abril de 2011

::: ESTRADA - Mortes de motociclistas aumentam nas vias pedagiadas da região

Imprudência é a principal causa dos acidentes, aponta a concessionária de rodovias Viapar, que divulgou o levantamento na manhã desta quinta-feira (13)

O número de motociclistas que morreram em rodovias das regiões Noroeste, Norte e Oeste do Paraná aumentou 25% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados se referem somente aos 476 quilômetros da malha de rodovias administrada pela concessionária de rodovias Viapar, que divulgou o levantamento na manhã desta quinta-feira (13).
No total, cinco motociclistas morreram nas rodovias pedagiadas neste ano, contra quatro no ano passado. A Viapar registrou ainda, aumento de 3,7% nos acidentes envolvendo motocicletas até 31 de março dos dois anos – 81 em 2010 e 84 em 2011. Do total de acidentes do último trimestre, quatro pessoas ficaram gravemente feridas, 35 levemente feridas e 60 não sofreram ferimentos.
O motivo para o aumento das mortes é a imprudência dos motociclistas, diz a Viapar. A postura perigosa de muitos motociclistas foi captada pelas 27 câmeras da concessionária. Entre as quais, destacam-se o excesso de velocidade, ultrapassagens arriscadas, quedas e falta de manutenção adequada. O cenário faz com que a empresa considere que a quase totalidade dos acidentes poderia ser evitada.
No Brasil, o crescimento foi de 505% em dez anos
O aumento do número de motociclistas que morrem não é uma particularidade da região. No Brasil, o índice cresceu 505%, fechando em 70,6 mil motociclistas mortos, entre 1998 e 2008. Este dado foi divulgado na quarta-feira (13), que faz parte de uma pesquisa do Instituto Sangari, que mostra que está havendo uma explosão de violência nas ruas envolvendo motociclistas.



Thiago Ramari

::: TRABALHO - Edmar surpreende na Câmara dos Deputados


O empresário Edmar Arruda tomou posse como deputado federal no dia primeiro de fevereiro, na bancada do Partido Social Cristão, o PSC. Ele acaba de completar 70 dias de mandato com um desempenho que surpreendeu a muitos: mesmo sendo um deputado de primeiro mandato foi indicado pelo partido para ser membro titular da Comissão Mista de Orçamento, uma das mais importantes da Câmara e do Senado e para ser vice-líder do PSC na Câmara dos Deputados.

Além dessa trajetória histórica e pouco comum para um deputado iniciante, Edmar Arruda está na Comissão de Finanças e Tributação, e também nas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, e da Comissão Especial de Reforma Política da Câmara dos Deputados.

Edmar apresentou cinco projetos e propostas: 1. Buscando economia de dinheiro público na Câmara dos Deputados (deputados suplentes não podem tomar posse no recesso parlamentar); 2. Beneficiando as mulheres com isenção de Imposto de Renda na fonte aos 60 anos; 3. FIA - Prorrogando o prazo de opção e recolhimento para o Fundo da Infância e da Adolescência (FIA) para o último dia da entrega da declaração do Imposto de Renda; 4. Emenda à Medida Provisória número 528, de 2011, que reajusta a tabela do Imposto de Renda das pessoas físicas em 4,5% - pela emenda, Edmar Arruda propõe que esse índice de reajuste seja de 6,5%, ao invés dos atuais 4,5%; 5 - Assinou apoio à redução da maioridade penal.

Edmar está atuante na bancada evangélica, na bancada do Paraná e nas Frentes Parlamentares dos Hospitais Universitários, das Entidades Filantrópicas, da Saúde, também na Frente Parlamentar de Apoio à Vida (contra o aborto).

Edmar tem reafirmado o compromisso de atuar de acordo com os princípios cristãos e também tem uma atuação destacada na área da saúde, voltado a defender um projeto de melhoria do atendimento médico, odontológico e de exames aos trabalhadores.

Região - Nos fins de semana, o deputado federal Edmar Arruda tem se dedicado a visitar os municípios e também a atender uma agenda no seu escritório político, em Maringá.

O deputado está em contato com prefeitos de diversos municípios e já iniciou um trabalho que visa liberar recursos de emendas que tramitam no governo. Ele também está fazendo um levantamento das necessidades dos municípios, para apresentar as suas primeiras emendas, em 2011, para liberação em 2012 e próximos exercícios.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

::: INSEGURANÇA - Violência em escolas não pode ser combatida com medidas repressivas

A presença de armas de fogo nas escolas faz parte do cotidiano, segundo diretores de 1.427 unidades públicas que responderam ao questionário da Prova Brasil de 2007. É o que aponta levantamento feito pelo economista e especialista em análise de dados educacionais Ernesto Faria. O número representa cerca de 3% do total de dirigentes que responderam à pesquisa. A socióloga Miriam Abromoway alerta, entretanto, que medidas repressivas não resolverão o problema.

“Esse caso [o massacre de alunos em uma escola pública de Realengo, no Rio] chama atenção para uma violência que vem de fora para dentro da escola. E ela não tem absolutamente nada a ver com isso”, defende Miriam, que já coordenou várias pesquisas sobre educação e violência e é professora Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso).

A especialista alerta que a violência mais grave ocorre dentro dos próprios colégios nas relações sociais entre os alunos, professores e outros membros da comunidade escolar. A falta de respeito, o preconceito e a homofobia transformaram a escola em local que reproduz a violência que vem de fora. Segundo ela, não será possível saber quais motivos levaram Wellington Menezes de Oliveira, a atirar contra estudantes e funcionários da Escola Municipal Tasso da Silveira no último dia 7.

“Nunca vamos saber por que ele não está aqui mais para contar. Nunca saberemos se ele teve problemas naquela escola e o que aquele lugar significava para ele. É diferente de Columbine [escola americana onde dois estudantes mataram 13 colegas, em 1999] em que o motivo foi exatamente o problema que aqueles jovens tinham com a escola”, disse a especialista.

De acordo com Miriam, tentativas de aparelhar escolas com equipamentos de segurança e policiais, como as ocorridas em colégios de Nova Iorque, não foram capazes de reduzir os índices de violência. “Mesmo que tivesse um policial dentro da escola aquilo teria acontecido. Não foi um desleixo da escola porque o atirador era conhecido. A violência vem de fora para dentro, mas as escolas têm suas próprias violências também nas relações sociais. Mas é só a que vem de fora que a gente fica sabendo.”

Agência Brasil

::: ARTIGO - Declaração de FHC sobre “povão” causa mal-estar no PSDB

“Enquanto o PSDB e seus aliados persistirem em disputar com o PT influência sobre os “movimentos sociais” ou o “povão”, isto é, sobre as massas carentes e pouco informadas, falarão sozinhos”, Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente
Um artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o papel da oposição na política brasileira causou mal-estar ontem no PSDB e nos partidos de oposição. Também causou surpresa no PT e nos aliados da presidente Dilma Rousseff. O DEM e o PPS discordaram radicalmente da avaliação do ex-presidente de que a oposição deve desistir de buscar o “povão” e conquistar a classe média.
No fim do dia, o líder do PSDB na Câmara Federal, Duarte No­­­gueira (SP), afirmou que trechos do artigo de FHC foram divulgados distorcendo a análise feita pelo ex-presidente. Par­­te do artigo foi objeto de reportagem do jornal Folha de S. Paulo. A íntegra será publicada amanhã.

No artigo, o ex-presidente afirma que a oposição deveria desistir de conquistar as camadas mais pobres do eleitorado e se voltar para a nova classe média, fruto do crescimento econômico dos últimos anos.
“O nosso caminho é exatamente o oposto. É aproximar o nosso discurso e nossas ações às camadas mais populares da sociedade”, afirmou o líder do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA). “Todo partido tem de ter a capacidade de criar conexão com todas as classes. É ruim fazer política excluindo o foco nessa ou naquela camada da população. Nosso desafio é outro. É tirar a oposição do discurso teórico do Congresso e levar para a prática das ruas”, completou.
Com ressalvas de que não havia lido a íntegra do artigo, o presidente do PPS, deputado Roberto Freire afirmou: “É um equívoco. Não temos de abdicar de ninguém”.
O artigo surpreendeu o PT. “É um artigo desfocado, estranho. Se não dialogar com o povo, vai dialogar com quem? Parece que o ex-presidente considera que não está mais nesse mundo e se sente liberado para dizer isso”, afirmou o senador Walter Pinheiro (PT-BA).
O senador Alvaro Dias (PSDB), líder da oposição no Senado, também disse discordar do discurso de FHC. “Ele foi eleito duas vezes justamente com o apoio das classes mais pobres”, afirmou, por telefone, à Gazeta do Povo. “Um partido com sensibilidade social deve defender essas classes, que formam a maior fatia do eleitorado brasileiro.”
Em Maringá, no Noroeste do Paraná, Fernando Hen­­rique Cardoso defendeu ontem pontos que constam de seu artigo. Disse que a oposição, e em especial o PSDB, precisam ter um posicionamento claro sobre os assuntos que habitam o cenário político brasileiro. Com essa postura, os partidos devem se manifestar diante das decisões que forem tomadas pelo governo de Dilma Rousseff. “A oposição tem de ter posição”, disse.
Durante a coletiva, FHC disse também defender que a oposição não foque apenas na briga pelo poder. Para ele, é importante que os partidos se aproximem das classes sociais que, com o tempo, deixaram de se interessar pela política. Um caminho é discutir questões que são consideradas relevantes para essas classes, que ele não definiu quais seriam. “Gostaria muito que o PSDB buscasse essa aproximação”, confessou.
Em relação ao governo de Dilma Rousseff, FHC afirmou que é muito cedo para fazer uma avaliação do de­­­sempenho da presidente.

Thiago Ramari, da Gazeta Maringá

terça-feira, 12 de abril de 2011

::: DESARMAMENTO - Senado vai rediscutir comércio de armas no Brasil

Na esteira da tragédia no Rio de Janeiro, o presidente da Casa, José Sarney, propôs um novo referendo sobre o tema. Parlamentares contrários tentam barrar iniciativa


Líderes partidários do Senado vão discutir nesta semana a possibilidade de realizar um novo referendo sobre o comércio de armas no Brasil. A ideia partiu ontem do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), e tem o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Parlamentares contrários à proibição já se articulam contra a iniciativa, vista por eles como uma tentativa de exploração midiática do assassinato de 12 crianças no Rio de Janeiro, semana passada.
A primeira votação ocorreu em 2005 e era um desdobramento do Estatuto do Desarmamento, lei promulgada em dezembro de 2003 e que proibiu o porte de armas por civis – mas abriu exceções para casos em que há ameaça à vida da pessoa. O artigo 35, que vedava completamente a comercialização de armas de fogo e munição em qualquer parte do território, foi o único ponto do texto avaliado na consulta popular. No final, 59 milhões de pessoas (64% dos votantes) disseram “não” à proibição da venda legal e 33 milhões (36%), “sim”.

Sarney falou ontem em votar uma nova lei “imediatamente”. “O Rui Barbosa dizia que só quem não muda são as pedras. O que não se deve é mudar do bem para o mal e do mal para o pior. Nós estamos mudando do mal para o bem, de maneira que eu acho que a população vai ser sensível”, declarou.
A proposta do peemedebista gerou repercussão imediata. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) disse que plebiscito só deveria ser encaminhado depois de um “amplo debate”. Já o líder do PSDB, Alvaro Dias, adiantou que a discussão só poderia ser retomada após a constatação de que não há qualquer impedimento legal.
“A princípio, não me oponho porque a possibilidade de levar esses temas à consulta popular é sempre interessante. Mas acho preocupante tomarmos decisões em função de apenas um episódio, só porque há uma repercussão imediata”, justificou o tucano. Em 2005, ele ficou em cima do muro, apesar de se declarar favorável ao desarmamento e à comercialização de armas.
Na época, as campanhas foram organizadas em frentes parlamentares. A do “sim” (a favor da proibição do comércio) foi batizada de “Brasil sem armas”. A do “não” (contra a proibição) era intitulada “Pelo direito da legítima defesa”.
A vitória do “não” foi ainda mais expressiva nos três estados do Sul – 80% a 20%. No Paraná, o resultado foi de 73% a 27%. A campanha do “sim”, contudo, custou menos da metade da adversária, segundo a prestação de contas dos dois comitês à Justiça Eleitoral.
O comitê do “sim” declarou ter arrecadado R$ 2,3 milhões. O principal doador (R$ 400 mil) foi a Companhia de Bebidas das Américas (Ambev). Já o grupo do “não” informou uma receita de R$ 5,7 milhões, sendo que os principais doadores foram a Companhia Brasileira de Cartuchos e a Forjas Taurus, que produz armas.
Vice-presidente da frente pelo voto “não” e coordenador do comitê do grupo no Paraná, o deputado federal Abelardo Lupion (DEM) afirmou que uma nova consulta popular é ilegal e inaceitável. “Estamos falando de uma decisão soberana do povo brasileiro. Querer um novo referendo é uma atitude de demagogia e populismo de certos políticos para tirar proveito da tragédia do Rio.”
Para o professor de Direito Constitucional da Universidade de Brasília, Cristiano Paixão, há condição legal para a realização do novo referendo. “Como a outra consulta foi estabelecida por lei ordinária, não existe impedimento. Inclusive, a mudança pode ser feita até pelo próprio Congresso”, disse o advogado.

André Gonçalves - Senado

::: GOVERNO - Chefe regional do IAP é demitido por atuar em filme erótico


Fiz um curso técnico de gestão ambiental e fui estagiário do IAP. Pude aprender muito naquele período. Também participo de uma ONG que se dedica à proteção do meio ambiente”, Valter Pagliosa, ex-chefe do escritório do IAP em Cascavel
O governo do estado decidiu demitir ontem o chefe do escritório regional do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) em Cascavel, Valter Pagliosa. O anúncio veio depois de vazar na internet a informação de que Pagliosa havia participado como ator de um filme erótico. O substituto no cargo ainda não foi definido.
Pagliosa foi nomeado em 18 de fevereiro pelo governador Beto Richa (PSDB) por indicação do deputado estadual Adelino Ribeiro (PSL). Segundo a assessoria de imprensa do governo do estado, o currículo de Pagliosa como ator era desconhecido no Palácio Iguaçu.
A polêmica sobre o chefe de escritório começou quando o senador Roberto Requião (PMDB) divulgou no Twitter informações sobre a participação do ator em um filme erótico. Ainda ontem, Pagliosa foi chamado a se explicar pelo governo e acabou demitido.
O filme, de 2006, intitulado A Outra Metade, é classificado como “erótico”, embora não seja pornográfico, segundo Pagliosa. Em entrevista à Gazeta do Povo, antes do anúncio da demissão, o ator disse que o seu passado não interferia na sua atuação no governo. Apesar disso, afirmou que não repetiria mais a participação, já que se converteu e hoje é evangélico.
“Fui ator profissional durante dois anos e meio. Fiz teatro, peças infantis e dois filmes: um de conteúdo religioso e outro com classificação erótica. Porém o filme não tem sexo explicito. É uma história de amor com cenas de sexo simulado. Nada que o Big Brother não mostre também”, disse Pagliosa.
Embora tenha pouca experiência na área ambiental, Pagliosa afirmou que se considerava apto para a função que vinha exercendo. “Fiz um curso técnico de gestão ambiental e fui estagiário do IAP. Pude aprender muito naquele período. Também participo de uma ONG que se dedica à proteção do meio ambiente”, contou.
Sobre os motivos de sua nomeação, disse que acreditava estar sendo recompensado pelo esforço que teve na campanha de 2010. “Fui presidente da associação de moradores do bairro São Cristovão, o maior bairro de Cascavel. Trabalhei bastante na campanha do deputado Adelino Ribeiro e do governador Beto Richa. Acho que este esforço foi reconhecido”.

GP

sexta-feira, 8 de abril de 2011

::: CIDADES - Rede Plus: levando o nome de Nova Esperança para 40 municípios do Paraná e todo o Brasil através de seus fornecedores


Instalada em uma parte do antigo IBC – (Instituto Brasileiro do Café), a Rede Plus – Associação de Supermercadistas do Noroeste do Paraná (Assunor) tem levado o nome de Nova Esperança para mais de 40 municípios do Paraná através dos seus 57 associados, e ainda tem colocado o nome da “capital da seda” no cenário nacional recebendo mercadorias de fornecedores de todas as partes do Brasil.
De acordo com o gerente comercial da Rede, Rogério Sartor “a escolha de Nova Esperança para instalação do centro de distribuição privilegia não só o município por levar o nome da cidade à outros estados, mas principalmente pela geração de empregos diretos e indiretos”, salientou Sartor.
Em Nova Esperança 04 Supermercados integram a Rede Plus, sendo eles: Alves, Big Bem, Men e Mulati, além de Supermercados de toda região noroeste das cidades de: Alto Paraná, Alto Piquiri, Amaporã, Ângulo, Araruna, Cianorte, Colorado, Cruzeiro do Oeste, Cruzeiro do Sul, Douradina, Doutor Camargo, Floraí, Guairaçá, Itambé, Japurá, Loanda, Mandaguaçu, Mandaguari, Marilena, Mariluz, Maringá, Mirador, Moreira Sales, Paiçandu, Paraíso do Norte, Paranavaí, Pérola, Planaltina do Paraná, Presidente Castelo Branco, Santa Cruz do Monte Castelo, Santo Inácio, São Carlos do Ivaí, São João do Caiuá, São Jorge do Ivaí, Tamboara, Tapejara, Terra Boa, Terra Rica, Umuarama e Uniflor.
A Rede Plus já está em fase de instalação da fábrica de encartelados dentro do Armazém. “A fábrica de encartelados terá o nome da Rede Plus estampado nas embalagens. Os encartelados consistem em tudo aquilo que ‘você compra no final de semana’, como tomadas, fios, torneiras e muitos itens que agregam produtos aos Supermercados associados, além de gerar novos postos de trabalho. A Rede já possui produtos de marca própria como Arroz, Saco para lixo, Macarrão, Vela e Alho, no entanto a intenção é ampliar esse mix de produtos, por isso já estamos em adiantada fase de estudos para implantação de novos produtos com a marca da Rede Plus”, enfatizou Sartor a reportagem do Jornal Noroeste.
O que é a REDE PLUS
 A Rede Plus é uma rede de lojas independentes que fazem marketing e compras cooperadas, além do desenvolvimento tecnológico que estas garantem pelo convívio e troca de informações com os outros lojistas.
            Inovação com tradição. Esse é o conceito que a Rede Plus traz a cada um de seus associados. “O conhecimento de cada dono de supermercado adquirido em anos de experiência e tradição unidos trazem vantagens a todos os parceiros e principalmente aos clientes que ganham com as ofertas e preços competitivos”, salientou o gerente comercial da Rede, Rogério Sartor.
             A compra cooperada traz um diferencial competitivo importante. A soma de volume facilita as compras, gerando um preço mais baixo para os lojistas e, consequentemente, para os clientes.
“Com isso, conseguimos atender o consumidor da forma que ele procura; com qualidade. Por outro lado, essa compra gera um volume mensal garantido para o fornecedor, facilitando a negociação. Conseguimos, com isso, manter uma parceria que gere bons frutos para ambos, atingindo o resultado que esperamos; não temos somente preço competitivo, mas qualidade nos produtos que são oferecidos aos consumidores”, analisou o presidente da Rede Plus, empresário Mauro Mulati.
Segundo dados da Rede Plus em seus 06 anos de criação o crescimento da maioria dos associados chegou a 40%, o que significou mais geração de emprego e renda. “Basta observar aqui em Nova Esperança, um exemplo claro é o Supermercado Alves que ampliou e modernizou suas instalações, isso reflete na criação de novos postos de trabalho, com preços competitivos e tendo o respaldo da Rede, os associados não tem medo de crescer e inovar, pois a Rede Plus é uma empresa sólida, com objetivos definidos e com associados comprometidos não só com o crescimento de sua empresa, mas também com a geração de empregos nas cidades onde estão instalados”.
 
Marketing
O marketing da Rede Plus tem um visual diferente e arrojado. Isso não só faz com que a Rede se torne referência de qualidade e inovação, mas facilita a identificação da Rede pelos consumidores e fornecedores, mostrando a todos sua grandeza. O projeto visual traz para a rede materiais personalizados, facilitando sua identificação.
A Rede Plus investiu alto na reforma do antigo prédio do IBC para então se instalar em Nova Esperança, desde o layout externo até o interior do prédio tudo foi feito com mão de obra de empresas novaesperancenses como a Eletromax, Construtora Silva Lima, Planu’s Informática, Zamy Design, além da fornecedora de produtos alimentícios também da cidade a Katu, “nós da Rede Plus privilegiamos em tudo o comércio e o trabalho desta cidade, somos parceiros de Nova Esperança. Se observamos os atacados e centros de distribuição e armazenagens de alimentos estão localizados em cidades como Maringá, Londrina, Cascavel, Toledo, no entanto para nós da Rede Plus é um privilégio enorme acreditar e colaborar para o crescimento de Nova Esperança e região”, frisou Sartor.
 

Futuro
Com base em 6 anos de operações, as perspectivas para o futuro são promissoras; não só crescer em número de lojas, para atender uma área maior da cidade. Mas crescer de forma estruturada e planejada, de acordo com um plano de ação específico.
“É isso que a Rede Plus quer mostrar a Nova Esperança. Venha conhecer um pouco mais da Rede Plus de Supermercados. Venha conhecer nossa qualidade e faça parte conosco dessa caminhada”, finalizou otimista o Gerente Comercial da Rede Plus, Rogério Sartor.

·         José Antonio Costa
joseantoniorc@ig.com.br


::: NOVA ESPERANÇA - Moradores do Conjunto Novo Horizonte lotam o plenário da Câmara e exigem soluções para o asfaltamento daquela localidade

Moradores do Conjunto Novo Horizonte foram à Câmara Municipal cobrar uma posição sobre o asfaltamento daquele Conjunto.
“...Com o  conjunto Novo Horizonte  que já está com seu asfalto e não o tem até hoje, no qual o município tem uma dívida com a Caixa Econômica Federal se ela não for sanada, não vai sair mais nada pela Caixa Econômica em Nova Esperança...”, falou o vereador  Júnior Alberton.
“Mais uma vez o povo do conjunto Novo Horizonte está sendo enganado, porque vocês vieram aqui (na Câmara), reivindicar um direito que a vocês foi prometido lá, no dia em que alguns vereadores e a prefeita estiveram lá, então se prometeu de vender um terreno e nem está sendo vendido porque...?, frisou o vereador Décimo Caetano.
“Me preocupa esse desdobramento desse requerimento vereadora presidente desta  Casa, porque na segunda-feira passada, V.Excelência  me disse no gabinete da prefeita que estava retirando o projeto da  pauta daquela segunda-feira, porque o vereador Xandy Zacarias não estava presente na sessão e V.Exa queria que estivesse presentes todos os vereadores para discutirem esse projeto e aprová-lo ou reprova-lo...”, discursou o vereador Cláudio de Brito.
“os vereadores Fábio Yamamoto e Graça Bordim que fazem parte da Comissão de Justiça e Redação entraram com um pedido para adiamento de votação”, esclareceu a Presidente Vera Boregas.


A sessão de segunda-feira, 04 de abril, foi bastante movimentada na Câmara Municipal de Nova Esperança, quando moradores do Conjunto Novo Horizonte, cientes de seus direitos, foram naquela Casa de Leis, cobrar uma posição sobre o asfaltamento daquele Conjunto.
                O Vereador Jr Alberton em seu pronunciamento disse aos presentes que “Aos senhores presentes principalmente às pessoas interessadas no asfaltamento de seus conjuntos e principalmente das pessoas que tem vontade de terem a sua casa própria. Com o conjunto Novo Horizonte  que já está com seu asfalto e não o tem até hoje, no qual o município tem uma dívida com a Caixa Econômica Federal se ela não for sanada, não vai sair mais nada pela Caixa Econômica em Nova Esperança. O por que das minhas colocações? Nós estamos estudando não só para a Conjunto Novo Horizonte, não só para as pessoas que querem as suas casas e sim uma satisfação para todos os munícipes de Nova Esperança. Se a única saída possível para que as pessoas do conjunto Novo Horizonte para que saia o asfalto é vendendo esse terreno ou se existe uma nova possibilidade que é mandar um projeto de lei para esta casa, autorizar o endividamento e resolver o problema do conjunto Novo Horizonte e resolver a situação com a Caixa Econômica. Se essa for a única saída podem ter a certeza que aqui não tem ninguém que é contra asfalto em conjunto nenhum, aqui não tem ninguém que não ama Nova Esperança” frisou Alberton.
                Vereador Décimo Caetano disse “Mais uma vez o povo do conjunto Novo Horizonte está sendo enganado, porque vocês vieram aqui (na Câmara), reivindicar um direito que a vocês foi prometido lá, no dia em que alguns vereadores e a prefeita estiveram lá, então se prometeu de vender um terreno e nem está sendo vendido porque? Porque a Comissão de Justiça e Redação (formada pelos vereadores Borejo, Fábio Yamamoto e Graça Bordim) não fez o parecer ainda, não tem o parecer da Comissão.
                Mais uma vez este projeto foi retirado hoje da pauta de votação, o que me deixa chateado sra. Presidente (Vera Boregas Santini) é que este projeto está nessa Casa de Leis desde 12 de julho de 2010, será que nesse espaço de tempo não tiveram a oportunidade de atender essa reivindicação que está sendo pedida hoje? Porque hoje(segunda-feira, 04 de abril) a Sra.Presidente (Vera) às 14 horas da tarde a presidente falou  para mim que o projeto estava na pauta da sessão, e para meu espanto tão grande às 16 horas o projeto não estava mais na pauta, então nós estamos brincando de Casa de Leis, nós estamos brincando de fazer as coisas.  Eu acho que esta Casa tem que levar mais a sério as coisas que nós  fazemos.
                Para que seja feito um novo financiamento, vai se demorar exatamente um ano para que seja aprovado, então os moradores do Novo Horizonte vão ficar mais um ano sem asfalto, quero assim dizer que, se for colocado em votação e a maioria não votar e a minoria perder, não vai ser vendido este terreno, mas a obrigação nossa de vereador desta  Casa é que os projetos que entram, aí vai um puxão de orelha na nossa  Presidente, não engavete projetos presidente, coloque em discussão, coloque em votação. Nós vivemos numa democracia, não podemos enganar o povo” concluiu assim o vereador Décimo Caetano.
                Vereador Cláudio de Brito, “me preocupa esse desdobramento desse requerimento vereadora presidente desta  Casa, porque na segunda-feira passada, V.Excelência  me disse no gabinete da prefeita que estava retirando o projeto da  pauta daquela segunda-feira, porque o vereador Xandy Zacarias não estava presente na sessão e V.Exa queria que estivesse presentes todos os vereadores para discutirem esse projeto e aprová-lo ou reprova-lo, conforme eu acho que deve ser tratado esses projetos desta Casa. O Vereador Xandy está presente hoje, 100% de presença dos vereadores, e V.Exa não coloca o projeto muito pelo contrário, retira de novo da pauta de hoje, e  então isto me preocupa porque me cheira a manobra, nós não precisamos dessa manobra para favorecer A ou B, eu quero sinceridade neste requerimento que já está completando 9 meses de gestação se não for possível nascer tão cedo, então nos diga, nos fale, não minta para esse vereador, pois acaba criando uma desconfiança deste vereador com relação a presidência” desabafou o vereador professor Cláudio de Brito.
Vereadora e Presidente da Câmara, Vera Boregas Santini: “Este projeto realmente que o vereador Cláudio colocou é verdade nós dissemos que quando houvesse todos os nove vereadores, nós teríamos intenção de colocar a matéria em votação, havia uma previsão (vou esclarecer, não estava pronta a pauta) havia uma previsão de votação para hoje, os vereadores Fábio Yamamoto e  Graça Bordim que fazem parte da Comissão de Justiça e Redação entraram com um pedido para adiamento de votação para que fosse feito reexame da legalidade da matéria, nós acatamos o pedido, deferimos e esse reexame então será feito” esclareceu Vera Boregas, Presidente da Câmara.   

Osvaldo Vidual

::: Avícola Campos entrega mais 01 barracão em Nova Esperança

 

Empresa é a 58ª representação no Brasil da GSI Group, multinacional líder mundial em produtos ligados à avicultura. 


José Antonio Costa

A Avícola Campos empresa especializada na comercialização de cortinas e acessórios para aviários, comedouros e bebedouros automáticos, exaustores e ventiladores, silos, nebulizadores, bombas, forno automático a lenha, batedor de cama de frango, queimador de pena, carrinho para ração, telas para aviário e painel de controle de ambiente, entregou na tarde de terça-feira, 05 de abril a montagem do barracão do empresário: Dejamir Basso.
Durante a entrega o proprietário da empresa, Ayrton Campos, destacou a qualidade dos serviços executados por sua equipe. “Fora a construção civil do barracão, tudo o que pode aqui ser visto tem a qualidade dos produtos GSI. Nossa empresa está instalada em Nova Esperança devido a sua localização estratégica, próxima de grandes abatedouros de aves em Maringá e Paranavaí, com a grande promessa de instalação na cidade da Frangopar. Oferecemos todas as inovações e projetos para montagem e construção de barracões de aves”, salientou Ayrton.
O empresário Dejamir Basso é cooperado da Frangopar e convidou para participar da entrega do barracão e conferir os serviços da Avícola Campos os sócios da Frangopar: Álvaro Gonçalves e Rozeno Guimarães, além do cooperado Rubens Sanches Filho. Prestigiaram ainda a inauguração o responsável técnico da Frangopar - Agnaldo, o vereador Décimo Caetano, o Secretário da Agricultura - Maurício Buzzo, o Secretário da Indústria e Comércio – Eurides Fernandes, o Chefe de Gabinete – Antonio Carlos Peçanha Palhano e a Prefeita Municipal - Maly Benatti  
Na propriedade do empresário e agora avicultor, Dejamir Basso foi instalado 01 barracão de 14 metros de largura por 150 metros de comprimento com capacidade para 33.000 aves.
Antes da entrega, o proprietário da Avícola Campos, Ayrton Campos fez questão de conferir e testar todos os detalhes do barracão, sendo a grande novidade o desarme automático de cortinas, o que ocorre em caso de queda de energia, evitando que muitas aves sejam perdidas devido o aumento da temperatura interna no barracão. Ayrton agradeceu ao empresário e avicultor Dejamir pela confiança nos serviços da Avícola Campos.
Presente na entrega do barracão a prefeita Maly Benatti destacou a importância da avicultura para Nova Esperança. “A avicultura, além de empregos diretos e indiretos, gera divisas, sendo fonte de ICMS para o município. Quero auxiliar no crescimento da avicultura em Nova Esperança. Esse auxílio virá através dos serviços de horas-máquina para construção de novos aviários, o município disponibilizará até R$ 2.000,00 (dois mil reais) em horas máquina para terraplanagem na propriedade de quem deseja iniciar na atividade avícola”, enfatizou a prefeita Maly Benatti.
Ayrton Campos agradeceu o incentivo da prefeita Maly Benatti e destacou a importância também do Banco do Brasil de Nova Esperança que é um grande parceiro na liberação de crédito e fomento para o crescimento da avicultura no município através da construção e financiamentos de barracões.
A Avícola Campos é representante do grupo GSI para Nova Esperança e toda região noroeste. O GSI é uma companhia norte-americana que ocupa a liderança mundial na produção de silos de armazenagem, secadores e transportadores de grãos (marca GSI). Também fabrica equipamentos para confinamento de aves (Cumberland) e Suínos (AP), ambas marcas de destacada posição no mercado global. Atuando em mais de 70 países, possui fábricas nos EUA, Malásia, China e Brasil. Na América do Sul, é conhecido pela marca Agromarau, onde manufatura e distribui produtos de todas as marcas do grupo.
A Avícola Campos atende com uma equipe de vendedores e técnicos, dinâmicos que visitam as propriedades e abatedouros representando e levando a qualidade dos produtos da marca GSI para Nova Esperança e região.